arrow_drop_down
SERVIÇO- UM CASAMENTO IMPROVÁVEL

SERVIÇO- UM CASAMENTO IMPROVÁVEL

Compartilhar

PALAVRA DE ESTUDO DE CÉLULA


24/05  a  30/05

ENRAIZADO; OS LUGARES ESCONDIDOS QUE DEUS DESENVOLVE VOCÊ


SERVIÇO - UM CASAMENTO IMPROVÁVEL

1 Samuel 22:14

“Aimeleque respondeu ao rei: "Quem entre todos os teus oficiais é tão leal quanto Davi, o genro do rei, capitão de sua guarda pessoal e altamente respeitado em sua casa?”

Davi foi preparado por Deus no solo serviço. Depois de ser ungido Rei, Davi continuou servindo na casa de seu pai, seus irmãos e também foi chamado para servir Saul como levita e escudeiro. Davi continuou sendo servo de Saul mesmo quando Saul se voltou contra ele.

Por várias vezes Davi teve a oportunidade de matar Saul e se tornar Rei, mas ele escolheu honrar e servir o rei.

Essa escolha de Davi foi um elemento crítico no seu sistema de raízes. Foi uma expressão incrível de confiança em Deus, deixando que a palavra de Deus se cumprisse ao seu modo e ao seu tempo. 

Essa escolha também revela que Davi entendia o verdadeiro significado de ser um ungido do Senhor. Ao contrário de Saul, Davi entendeu que essa posição de poder, na verdade, era uma posição de grande responsabilidade e serviço.

A escola de identidade de Jesus

A escolha de Davi de abraçar o serviço como uma função digna de rei foi um prenuncio de Cristo, o verdadeira e eterno Rei Servo.

A bíblia nos diz que não apenas seguimos a Jesus, mas estamos em Cristo (Colossenses 2:9-10).

Estar em Cristo significa que compartilhamos Sua identidade e posição, portanto, devemos aprender a nos conduzirmos pelo Seu modo.

Precisamos ter a revelação de quem Jesus é e também de quem somos Nele. Jesus sempre mostrou aos discípulos quem Ele era e quem eles eram Nele. Essa revelação tinha pelo menos três dimensões: a revelação de grandeza, de liderança e de realeza.

Jesus sempre colocava os discípulos em situações que revelavam a grandeza que Ele havia colocado neles. Em Lucas 9 Jesus delega Seu poder e autoridade a seus discípulos, depois os envia a pregar e curar os enfermos. Depois Ele os envolve no milagre da multiplicação dos pães e peixes. Depois Pedro, Tiago e João puderam ver Jesus transfigurado.

Após todos os acontecimentos os discípulos começaram a se questionar “quem era o maior entre eles”. Jesus não os repreende por se acharem grande, mas os ensina que a grandeza não é como eles pensavam, se alguém desejasse ser grande deveria se tornar o menor.

Esse mesmo padrão acontece na revelação da liderança.

Em Lucas 10 Jesus afirma que havia dado a eles autoridade sobre todo o poder do inimigo. Entretanto, Jesus mostrou qual seria a atitude adequada para essa autoridade, explicando a eles que deveriam se alegrar não pela autoridade na terra, mas por terem seus nomes escritos nos céus.

Por último os discípulos receberam a revelação de realeza, quando Jesus os mostra o verdadeiro significado de ser filho do Rei. Essa é uma revelação, muitas vezes invertida. Jesus deixa claro que Deus não é um ditador benevolente e O revela como um Pai extremamente amoroso que espera que seus filhos sejam como Ele (Mateus 5.43-48). 

Depois disso, Jesus os ensina como os membros de Sua família real se relacionam com a liderança.

Para os discípulos os reis se estabeleciam para serem servidos e atendidos em suas necessidades. Mas na versão de Jesus a realeza era o oposto (Mateus 20.25-28).

Jesus ensinou que os conceitos de grandeza, liderança e realeza eram sinônimos de humildade, amor e serviço. 

Jesus é grande e nós somos grandes Nele. Mas esta grandeza é expressa quando nos tornamos os menores. 

Ele é líder e nós somos lideres Nele. Mas nossa alegria em carregar a Sua autoridade não está nas conquistas e sim Naquele que nos escolheu para representa-lo.

Ele é realeza e nós somos reais Nele. Mas nos parecemos com nossa família real quando amamos as pessoas e as servimos.

Devemos nos apegar a essa revelação de quem somos Nele e não voltar a versão mundana de grandeza, liderança e realeza que transforma humildade em poder, autoridade em domínio e amor em egoísmo.